UM NOVO SITE DE NOTICIAS DE CUIABÁ

ATENÇÃO:
Este Post será mantido no topo da pagina até o lançamento do novo site.Abaixo dele as noticias atualizadas.

Enfim o projeto se concretiza.
O sonho do lançamento de um site de noticias que fosse voltado às noticias de Cuiabá e de Mato Grosso exclusivamente esta se realizando. Uma fonte de consulta das principais notícias veiculadas nos meios de comunicação de Cuiabá e de Mato Grosso. Este será o foco no site Jornal A imprensa de Cuiabá que será lançado em breve.
Agora com o domínio “com.br” o site terá a editoria da jornalista e historiadora Neila Barreto e de Luiz Ernesto Barreto. A equipe será ainda enriquecida por jovens estudantes da área de comunicação que terão através do site a oportunidade de exercitarem a futura profissão.


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O FATOR ALENCAR: É BOM TUCANOS VOLTAREM À PRANCHETA - OU TEREM UMA AO MENOS

DO BLOG DE REINALDO AZEVEDO

A eventual candidatura de José Alencar ao governo de Minas é, potencialmente ao menos, o evento mais importante desta fase de pré-campanha. Para começo de conversa, arma-se um palanque poderoso para Dilma Rousseff no estado, cujo eleitorado é considerado, não sem motivos, importante para definir o próximo presidente da República.

Por razões que vocês conhecem, e que não cabe elencar agora para não desviar o foco, o Nordeste estará em peso com a candidatura que Lula escolher. As pesquisas já refletem isso. É a única região em que Dilma hoje lidera a disputa. O ainda não-candidato José Serra está na ponta nas demais, mas cercado de incógnitas e dificuldades.

Entendo, estabelecendo um paralelo para que vocês percebam com clareza os caminhos que estou trilhando, que os eleitores de Minas e São Paulo deveriam ser, para o candidato tucano, o que é o eleitorado nordestino para Dilma: uma espécie de rede de segurança, para que, então, se tentasse conquistar o que, de fato, estaria em disputa. Daí decorre a minha avaliação, por dedução lógica, de que um candidato tucano tem de ter Minas. Ou suas chances se reduzem drasticamente. O PSDB sabe disso, claro. E, por isso, tem sonhado com a possibilidade de Aécio aceitar ser vice de Serra.

Ocorre que o PT se antecipou em alguns lances e mandou uma coluna de tanques para o estado. Houvesse mar em Minas, eu escolheria outra metáfora: mandou toda a Armada. O eventual sucesso de uma chapa encabeçada por Serra continua a depender, entendo, de Aécio aceitar o desafio: mas, acreditem, a importância dessa escolha também tem de ser repensada à luz da nova realidade.

A eventual pregação de José Alencar apelará aos mais “profundos sentimentos de Minas”. Aécio, sem dúvida, passa a ter um desafio no seu próprio terreno se é real a determinação de fazer Antonio Anastasia seu vice. Sabe que a figura de Alencar tornou-se inatacável. “Mineiro não ataca nunca, Reinaldo”. Falso! Márcio Lacerda só venceu a prefeitura de Belo Horizonte porque houve a opção por triturar Leonardo Quintão; a campanha não teve nada de “light”. Ocorre que não dá para desconstruir Alencar.

Aécio tem, é fato, um estoque de realizações a exibir; Alencar tem uma mensagem que apelará a uma espécie de messianismo decoroso, cordato. O lado “obreiro” ficará por conta de sua parceria com Lula. E estará amparado por PT, PMDB mais a estupenda máquina da candidatura Dilma. Será uma parada dura.

Acho que o PSDB tem de voltar à prancheta. Ou, se me permitem a blague, tem de ter uma prancheta, qualquer uma. Serra, Aécio, Sérgio Guerra, FHC, Tasso Jereissati — a cúpula do partido, enfim — têm de pensar a nova realidade. Não adianta fingir que Alencar não é um fato novo. É.

Ademais, não custa lembrar: o eleitorado paulista tem-se mostrado mais refratário ao PT do que o de Minas. Não é impossível, mas acho improvável que Dilma consiga liderar a disputa em São Paulo em qualquer quadro. A questão de sempre permanece: como as oposições podem engajar o eleitorado mineiro nessa nova realidade? E, curiosamente, essa questão agora é importante também os tucanos… mineiros!

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FRASE DO DIA“
"Nós precisamos de gente competente e que não roube. E que inspire confiança."
Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República

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O futuro e o passado

Editorial de o estado de s.paulo

O presidente Lula não pode ser condenado por desejar que a campanha pela sua sucessão seja um confronto plebiscitário entre os seus dois mandatos e os do antecessor Fernando Henrique.

"Nós contra eles, pão, pão, queijo, queijo", como disse numa entrevista em outubro passado. Muito menos o PSDB pode ser criticado por não aceitar a agenda eleitoral nos termos estabelecidos pelo adversário.

Mas Lula, a sua candidata Dilma Rousseff e o PT devem ser denunciados pela sistemática deturpação dos fatos que pretendem ver comparados.

Já o provável candidato José Serra, o ex-presidenciável Aécio Neves e os tucanos em geral merecem ser expostos pelo modo como reagiram à tática lulista de intimidá-los. O nome clássico para esse tipo de reação é fuga para a frente.

Aécio Neves, por exemplo, se apresentava como o "pós-Lula". Serra deixa claro que a única comparação que a seu ver interessa ao povo brasileiro é entre os currículos dos competidores, a experiência (dele) contra o noviciado (de Dilma).

Nem um nem outro afirmou que uma disputa presidencial comporta mais de um eixo: o essencial é o futuro, naturalmente, mas isso não significa ignorar o passado ou desatrelar uma coisa da outra.

Trata-se, aliás, de uma repetição: José Serra, em 2002, e Geraldo Alckmin, em 2006, se recusaram a assumir o legado dos anos FHC. Como os petistas não perdem oportunidade de apontar, eles esconderam o ex-presidente. Agora, diante do intento lulista de ditar pela terceira vez as linhas do debate sucessório, reescrevendo a história recente do País, o PSDB tropeçou.

Foi o próprio Fernando Henrique quem tomou a si a tarefa de contestar, ponto por ponto, a versão caricatural do que foram os governos brasileiros dos últimos 16 anos. Em artigo no Estado de domingo - cujo título, Sem medo do passado, pode ser lido também como uma sutil repreensão ao silêncio dos correligionários - ele acusa o sucessor de "baixar o nível da política à dissimulação e à mentira".

A "desconstrução" do inimigo principal - principal, argumenta, "porque podemos ganhar as eleições" - consiste em negar "o que de bom foi feito" e em se apossar "de tudo o que dele herdaram, como se deles sempre tivesse sido".

Seguramente não foi apenas a operação em curso de encurralar o candidato tucano que moveu o ex-presidente. Também a legítima preocupação com a sua biografia há de ter pesado na iniciativa.

No revide à teoria de que o governo "neoliberal" do PSDB travou o desenvolvimento e foi um modelo de insensibilidade social, Fernando Henrique arrolou as mudanças postas em marcha na sua administração, que permitiram a Lula "dar passos adiante".

Para concluir que, embora eleições não se ganhem com o retrovisor, "se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa". O desafio produziu efeitos.

A ministra Dilma, sem a agressividade costumeira, adotou uma linguagem que, na improvável hipótese de persistir, ajudaria a fazer da campanha uma contenda civilizada. "Não estou desmerecendo ninguém. Sem sombra de dúvida houve passos no governo anterior", ponderou. "O que estou dizendo é que o nosso caminho é melhor."

No PSDB, porém, a renúncia ao caminho percorrido, pelo menos na arena pública, continua a prevalecer. O artigo de Fernando Henrique, comenta um parlamentar da legenda, "é o que o partido vem dizendo internamente". E o presidente da agremiação, senador Sérgio Guerra, investiu: "A ministra tem de esquecer essa história de comparação. Seu desafio é mostrar que é melhor para o País."

Tudo indica que, na avaliação tucana, a "briga boa" defendida pelo ex-presidente equivalerá, para o candidato, a cair numa armadilha. Como se muito pior não será ele ouvir calado a reconstrução falsificada da gestão FHC, ponto de partida para a glorificação do governo Lula, de que Dilma seria a continuadora.

Na corrida às urnas, o futuro vem antes do passado. Mas, se o PSDB permitir que o passado vire território de caça exclusivo do PT, correrá o risco de uma derrota não apenas eleitoral, mas política.

Resta saber se o partido, cuja desarticulação se acentuou com a queda de braço entre os governadores Aécio Neves e José Serra pela candidatura ao Planalto, conseguirá falar do futuro e do passado com igual clareza e destemor.

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FHC ocupa o vazio da campanha do PSDB

De Cristiane Jungblut, Gustavo Paul, Wagner Gomes e Carolina Benevides, de O Globo:

Ao criticar a capacidade de liderança da ministra Dilma Rousseff , o ex-presidente Fernando Henrique assume um vazio na articulação do governador José Serra (PSDB) para a campanha presidencial deste ano, analisaram especialistas ouvidos pelo GLOBO.

Roberto Romano, professor de ética e política da Unicamp, diz que FH parte para o ataque para cobrir uma falha de estratégia do PSDB nesta campanha. Segundo ele, Fernando Henrique tenta proteger o partido e seus dois governos ao perceber a falta de coordenação dos tucanos.

- Há um vácuo na campanha tucana que acaba sendo assumido por Fernando Henrique, até porque ele precisa defender o seu governo, sempre muito criticado por Lula. FH não é político de fulanizar, ele prefere o discurso teórico e intelectual. O problema é que falta alguém no PSDB pronto a polemizar com o presidente Lula - diz Romano.

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Dirceu sai para o confronto com FHC



De Gerson Camarotti, de O Globo:Em mais uma amostra de que tem tomado a frente em negociações e alianças do PT pelo país, o ex-chefe da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu usou seu blog para sair em defesa do governo depois do artigo dominical do ex-presidente Fernando Henrique com críticas à pré-candidata petista, Dilma Rousseff.

"Então a campanha vai ser com FHC? Mas os tucanos, governadores-candidatos, Aécio Neves (MG) e José Serra (SP), não teriam como explicar? (...) O ex-presidente se sente na obrigação de defender seu governo, tão mal avaliado pelos brasileiros; (...) precisa urgentemente levantar a militância tucana e sua base social tão desmobilizada pelos escândalos do PSDB do RS, SC e SP, e de seu aliado, o DEM-Brasília".

Dirceu diz que Fernando Henrique assume o posto de "chefe" da campanha com os governos de José Serra e Gilberto Kassab "acuados", vivendo um momento de crise em São Paulo. E que Aécio Neves está "entrincheirado nas montanhas de Minas sob o risco de enfrentar uma aliança PT-PMDB com (o vice-presidente) Zé Alencar candidato a governador".

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O falso êxito do PAC

Editorial do Estadão de 08/02
Por qualquer critério isento que se examinem os números da execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) apresentados na quinta-feira pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff ? sua principal gestora, batizada pelo presidente Lula como “mãe do PAC” ?, a conclusão é decepcionante. Sua execução é lenta, o que torna muito duvidoso que seja concluído no prazo previsto. A utilização de certos indicadores mascara seu baixo nível de execução. Seus principais resultados são frutos de programas e projetos de empresas estatais e privadas que seriam executados com ou sem ele. A necessária melhora na qualidade do gastos do governo, que deveria ser um de seus principais efeitos sobre a gestão financeira do setor público, não ocorreu até agora e não deverá ocorrer no último ano de sua vigência.

O PAC é um fracasso que, mesmo assim, a ministra-candidata transformou, com o entusiasmado apoio de seu mentor político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na principal peça de propaganda de sua campanha eleitoral lançada antes do prazo previsto pela legislação. Ao longo deste ano, seguramente muito será dito pelo governo sobre esse programa, mas o eleitor precisará estar atento para não ser enganado.

A ministra anunciou que, do total de R$ 638 bilhões em investimentos no período 2007-2010 previstos no PAC, R$ 403,8 bilhões, ou 63,3%, tinham sido aplicados até o fim do ano passado. É um dado enganoso. Se se considerar apenas as ações efetivamente concluídas, o resultado é bem menos animador. Em 36 meses de execução do PAC, nas obras encerradas foram aplicados R$ 256,9 bilhões, ou seja, 40,3% do total.

Isso significa que, por ano, o governo executou, em média, 13,4% do total. Para concluir o PAC no prazo, teria de executar 60% neste ano de 2010, ou seja, teria de multiplicar por 4,5 o ritmo da execução do programa. Mesmo que, como assegura a ministra, o governo tenha aprendido a gerir melhor o programa, não parece crível que consiga elevar tanto assim o ritmo, pois isso exigiria da atual gestão uma competência que ela nunca mostrou ter.

Do valor de R$ 403,8 bilhões anunciado pela ministra como realizado, é preciso destacar uma gorda parcela, de R$ 137,5 bilhões (34% do total), que nada tem a ver com obras, pois é formada por empréstimos habitacionais a pessoas físicas. São recursos oriundos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, do FGTS, do FAT e de outras fontes públicas.

Esses recursos são utilizados, em geral, na compra de imóveis usados, pois as políticas do governo para esses fundos privilegiam esse tipo de negócio. Economistas do setor privado observam que, ao contrário das vendas de imóveis novos, as de imóveis usados não resultam necessariamente na geração de emprego ou renda, como é o objetivo do PAC. Daí a estranheza com relação ao uso desses dados, o que pode ter sido feito apenas para inflar os resultados.

Outra parcela importante refere-se aos investimentos das estatais, de R$ 126,3 bilhões (31%). A Petrobrás responde pela maior fatia desses investimentos, que seriam feitos pelas estatais com ou sem o PAC, pois eles são elementos essenciais do planejamento estratégico dessas empresas.

A terceira fatia mais importante corresponde aos investimentos das empresas privadas, de R$ 88,8 bilhões (ou 22% do total), e sobre eles o governo nada pode decidir. Há, ainda, as contrapartidas dos Estados e municípios (R$ 11,1 bilhões, ou 3%) e os financiamentos (R$ 5,1 bilhões, ou 1%).

A fatia do PAC que cabe exclusivamente ao governo do PT, originária do Orçamento-Geral da União, totalizou apenas R$ 35 bilhões, 9% do que a ministra anunciou ter sido executado. Esses números mostram que, apesar de tudo que tem anunciado e apesar do PAC, o governo continua a investir pouco, bem menos do que as necessidades do País.

O padrão do gasto oficial, dominado pelas despesas de custeio, continua ruim para a economia brasileira e para os cidadãos. Melhorá-lo exige a redução dos gastos correntes, mas as despesas que mais crescem no governo Lula são com o funcionalismo, razão pela qual, tirante o PAC, é pequena a fatia que sobra para investir.

Em resumo, o PAC, mal gerido, está longe de suas metas.

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Sem medo

Por Fernando Henrique Cardoso

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que, se a oposição ganhar, será o caos.

Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse "o Estado sou eu". Lula dirá: "o Brasil sou eu!" Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.
Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês...). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições.

Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Na campanha haverá um mote — o governo do PSDB foi "neoliberal" — e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social.

Os dados dizem outra coisa. Mas, os dados, ora os dados... O que conta é repetir a versão conveniente.

Há três semanas, Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal.

Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país.

Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de "bravata" do PT e dele próprio.

Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI — com aval de Lula, diga-se — para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte.

Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto "neoliberalismo" peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista.

Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010:

"Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha seis milhões de barris de reservas. Dez anos depois produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela".

O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia.

Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo.

De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo.

O Bolsa Escola atingiu cerca de cinco milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras seis milhões, já com o nome de Bolsa Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB "não olhou para o social". Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da Aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa "Toda Criança na Escola" trouxe para o ensino fundamental quase 100% das crianças de 7 a 14 anos.

Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de três milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas, se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

Fernando Henrique Cardoso é o presidente de Honra do PSDB e ex-presidente da República.

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Carlão deixa Secretaria de Educação e Permínio Pinto assume o comando

DO SITE OLHAR DIRETO
Da Redação - Kelly Martins e Sabrina Gahyva

O ex-vereador e secretário adjunto de Educação, Permínio Pinto (PSDB), vai assumir a Secretaria Municipal de Educação no próximo dia 2 de abril, data que o atual chefe da pasta Carlão Nacimento deixa o Executivo para disputar uma das 24 cadeiras da Assembléia Legislativa de Mato Grosso (Al/MT) . O anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira (8), pelo prefeito Wilson Santos a mais de 3500 servidores da rede Municipal de ensino durante a abertura do ano letivo na capital, que ocorre no hotel Fazendo Mato Grosso.

Em entrevista ao site Olhar Direto, o novo secretário disse que recebeu o convite do prefeito e aceitou “assumir o desafio”. Apesar de ser engenheiro agrônomo, Permínio ressaltou que já atuou na Secretaria de Educação do Estado, na gestão do ex- governador Dante Oliveira (falecido).

“Sei que será um grande desafio. Mas, recebi o convite e aceitei porque acredito que vou conseguir cumprir as metas”, afirmou Permínio. Depois, continuou “tenho uma relação excepcional com a administração e por estar já atuando há mais de uma como secretário adjunto, acredito, também, que não enfrentarei resistência por parte da categoria”, finalizou.

Permínio Pinto atuou como vereador no ano de 2008. Na época, venceu as eleições com 3427 votos , pelo PSDB. O ex-parlamentar trabalhou também como cabo eleitoral na campanha de reeleição de Santos. Logo que saiu da Casa de Leis, ele passou a integrar a administração Municipal como um dos assessores diretos do chefe do Executivo.

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Thelma e Leitão definem candidaturas do PSDB

DO RDNEWS - Patrícia Sanches

A viúva do ex-governador Dante de Oliveira, deputada federal Thelma de Oliveira, o ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Luis Soares e o ex-prefeito de Sinop Nilson Leitão integram o seleto grupo de tucanos que vão definir os rumos do partido na eleição majoritária deste ano. Eles ocupam a presidência e primeira e segunda vice-presidência, respectivamente, da executiva estadual. Na prática, têm voto decisivo nas definições de alianças, candidaturas e estratégias para que o PSDB retome o poder elegendo o prefeito da Capital, Wilson Santos, ao governo. Todos depositam as "fichas" no galinho. Apesar de não admitir, Wilson trabalha arduamente nos bastidores para viabilizar o projeto, mas é a Thelma que cabe “bater o martelo”. Além de presidente estadual da sigla, ela comanda o PSDB mulher e será a coordenadora da campanha até junho, mês das convenções.

Thelma deve deixar o comando da campanha por ser pré-candidata à reeleição. Devido à isso, precisa percorrer o Estado em busca de votos. Também integram a cúpula o deputado estadual Guilherme Maluf, secretário-geral, e o primeiro secretário Aparecido Alves, que coordena as obras do PAC na Capital. Este já atuou como deputado por alguns meses e presidiu o Instituto de Terras do Estado (Intermat), na gestão Dante de Oliveira (1995-2002). Cido deve tentar uma dobradinha com Thelma. Maluf, por sua vez, chegou a ser cotado para o Senado, mas deve disputar a reeleição.

O responsável pelo "cofre" do PSDB é Ayron dos Santos. Como tesoureiro ele terá a incumbência de aplicar o dinheiro do partido. Além da diretoria, integram a cúpula o ex-governador Rogério Salles, pré-candidato à Câmara Federal, Paulo Ronan, militante histórico do PSDB, o ex-deputado federal Ricardo Correa e o advogado Lourival Ribeiro. Outros tucanos que não fazem parte da executiva estadual, mas que têm influência considerável nas decisões do partido, é o ex-senador Antero Paes de Barros, cotado para disputar novamente a senatória, e Wilson Santos.
O PSDB já chegou a ser o maior partido de Mato Grosso durante governo de Dante de Oliveira. Na época, o tucano tinha aprovação de 80% da população e a siga chegou a comandar 55 dos 141 municípios. Hoje são apenas seis prefeitos e sete vice-prefeitos eleitos em 2008. Mesmo assim, o PSDB ainda comanda cerca de 40% do colégio eleitoral. Isso ocorre porque Wilson foi reeleito na Capital, que tem 368,1 mil eleitores. Segundo a presidente da sigla em Mato Grosso, deputada federal Thelma de Oliveira, hoje o PSDB tem 90 diretórios e 30 comissões especiais. Já o PSDB Mulher está presente em 15 cidades.

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Dante de Oliveira: morto, parece maior do que vivo

Por Neila Barreto






Democrata convicto, viciado em liberdade, moldado na luta estudantil e talhado para a vida pública, Dante Martins de Oliveira acalentou o sonho de um Brasil mais justo socialmente.

Mas sua grandeza não se restringiu ao nosso imenso Mato Grosso, pois o Senhor DIRETAS JÁ embalou a nação brasileira na maior das mobilizações sociais da história, ao lado de líderes igualmente épicos como Tancredo Neves, Ulisses Guimarães, Teotônio Vilela e outros.

Entre as suas obras estão construções que quando erguidas foram tidas como faraônicas. Depois, o tempo se encarregou de comprovar a visão administrativa de quem pensou a médio e longo prazo e que não se ateve ao imediatismo. A duplicação das avenidas Miguel Sutil e Fernando Corrêa da Costa, quando ainda prefeito de Cuiabá e a construção da Ponte Sérgio Mota, já como governador, são alguns exemplos desse administrador.

Dante de Oliveira transformou Mato Grosso da condição de importador de energia para exportador, com a construção da Usina Termelétrica Mário Covas, de 480 MW, movida a gás natural transportado pelo Gasoduto Bolívia.
Com slogan de “Casa Arrumada”, reelegeu governador e cuidou da divulgação de Mato Grosso em mais de 40 seminários “Mato Grosso, Hora de Investir”, realizados no país e no exterior.

A morte, prematuramente, interrompeu seus sonhos. Mas jamais será capaz de apagar sua passagem pela história política brasileira. Deu extremo valor à natureza, cuidou com carinho do meio ambiente. Na área ambiental, implantou o Sistema de Geoprocessamento e Licenciamento Ambiental em Propriedades Rurais de Mato Grosso, responsável pela redução em 32% dos desmatamentos no Estado.

Mas também se preocupou com obras de lazer e bem estar da população como os parques Mãe Bonifácia, Zé Bolo Flô e Massairo Okamura, em Cuiabá, que trouxeram mais qualidade de vida para a população, mudando os hábitos locais e também no interior.

Nascido em Cuiabá no dia 06 de fevereiro de 1952. Filho de Sebastião de Oliveira – o Doutor - Paraná e Maria Benedita Martins de Oliveira. Esposo da Deputada Federal Telma Figueiredo de Oliveira e irmão de Bernardo, Iolanda, Lúcia, Inês, Eneida e Armando. Tio de dezenas de sobrinhos. Possuía centenas de primos e milhares de amigos e admiradores.

Foi um engenheiro civil e político brasileiro do estado de Mato Grosso que ficou nacionalmente conhecido pela autoria da emenda pelas eleições diretas. Dante comportou-se de maneira distinta. Presidiu o PSDB. Conversou, negociou e embrenhou-se pelo mundo das articulações político-eleitorais. Faleceu em 06 de julho de 2006.

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Em carta, vice pede voto a criança de 5 anos em MT

Deu na Folha de S. Paulo - De Rodrigo Vargas:

"Diga a mamãe que o Silval Barbosa é legal", diz trecho de correspondência enviada por pré-candidato; TRE deve investigar o caso.

Pré-candidato ao governo de Mato Grosso em 2010, o vice-governador Silval Barbosa (PMDB) enviou até a crianças de cinco anos de idade cartas personalizadas pedindo que elas "levem um papo" com os pais e falem "sem medo" que "o Silval Barbosa é legal".

A mala direta vem sendo distribuída desde o final do ano passado e também mira os adultos.

Cópias das cartas foram encaminhadas como denúncia ao Ministério Público Federal, que entrou com uma representação contra o vice no Tribunal Regional Eleitoral por propaganda eleitoral extemporânea.

A Folha teve acesso ao conteúdo de sete cartas encaminhadas nos dias 23 de dezembro e 28 de janeiro.

Duas delas são dirigidas a crianças de 5 e 6 anos e uma, a um adolescente de 13. As outras quatro têm adultos como alvo.

Escritas em tom informal, todas fazem menção a dados específicos da vida dos destinatários, como nome, idade, situação escolar e até opção religiosa.

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FHC banca Aécio

Deu em O Globo - De Ilimar Franco:

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contou, a políticos próximos, que Aécio Neves já concordou em ser o vice de José Serra. Os tucanos dizem que a presença de Aécio na chapa é pré-requisito para que, no futuro, ele seja candidato do partido a presidente. Os serristas também se definiram pela candidatura de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo. Alckmin é garantia de uma forte votação no estado e de que Serra estará liberado para fazer campanha no restante do país.

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kit Lift Revolution



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"A partir de 3 de abril é pé na estrada", diz Wilson Santos

De Sinop - Alexandre Alves
O prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), está em Sinop desde ontem à noite, quando participou de uma formatura de uma turma que cursou Direito. Em rápida reunião com filiados do partido, no saguão do aeroporto mesmo, disse que se a pesquisa encomendada por PSDB e DEM indicar seu nome como candidato, renunciará ao cargo de prefeito e vai visitar todos os municípios de Mato Grosso.

“Sendo confirmado como candidato a governador, a partir do dia três de abril é ‘pé na estrada’ para conversar com o maior número de matogrossenses possível, lapidando nosso plano de governo e fortalecendo as bases”, disse o prefeito.

Ainda no aeroporto, em entrevista ao Olhar Direto, Santos disse que não teme os ataques que vêm sofrendo por uma parcela dos secretários do governo Maggi.

“Isso não me atinge, pois já sou acostumado com isso. Só quero deixar a população de Mato Grosso preparada, pois esses ataques vão aumentar. Na campanha de 2008 atacaram mais do que minha postura administrativa. Eles não têm limites e atacaram minha honra, minha família, com mais de 40 panfletos espalhados aos milhares em Cuiabá”.

O tucano explanou ainda sobre a diferença de gestão entre ele e Maggi. De acordo com Santos, a sua administração prioriza a sociedade como um todo, enquanto a de Blairo, somente uma parcela. “Eu olho pelo ser humano, valorizando seu bem estar social. O governo do Estado só tem olhado para os interesses de um grupo de empresários”.

O gestor da capital falou aos filiados sobre o momento político que passa o Estado, alertando para ser esse o momento para “derrubar” o grupo de Blairo do poder. “Tenho crescido muito nas pesquisas e vejo no rosto dos matogrossenses o desejo de mudança. Agora, isso só vai se concretizar com o engajamento de cada um de vocês. Este ano é uma grande chance de tirar do governo esse grupo que aí está, cujo modelo administrativo não contempla segurança, saúde e educação”.

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Jaime Campos "desdenha" Maggi por financiamento de maquinários

DO SITE OLHAR DIRETO
De Brasília - Marcos Coutinho

Em tom de desdém e bem ao seu estilo, o senador Jaime Campos (DEM) provocou o governador Blairo Maggi (PR) ao afirmar, hoje, que comprar maquinários com financiamento público "é fácil", em referência à mega aquisição feita pelo chefe do executivo estadual via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

"Escreva aí: eu comprei 300 caminhões e 80 máquinas com recursos próprios, sem recorrer a nenhum tipo de financiamento", declarou Campos, em entrevista exclusiva para o Olhar Direto., ao lembrar as aquisições feitas quando ele administrou Mato Grosso, entre 91 e 94. O parlamentar democrata, que é um potencial candidato ao governo do Estado, ressalta ainda que "na sua época a arrecadação girava em torno de R$ 34 milhões".

"Não tinha Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação), não tinha ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de 42%, não tinha capacidade de fazer dívida, não tinha nada. E mesmo assim conseguimos adquirir os maquinários com recursos da própria arrecadação", ressaltou Campos, alfinetando o "empréstimo" feito por Maggi para aquisição de 705 máquinas.

Os maquinários custaram R$ 250 milhões e foram entregues para os 141 prefeitos, via comodato, pelo programa "MT 100% Equipado". A captação tem prazo de carência de dois anos e prazo de 20 anos para quitação, segundo informaram fontes da Secretaria de Fazenda (Sefaz).

Para Campos, os prefeitos e a sociedade têm exata noção da transação que foi feita, assim como "quem vai pagar a conta".

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Lulinha o neto do Brasil

DEU NO PROSA E POLÍTICA

(Giulio Sanmartini) Todo o neto costuma ser mal educado e prepotente, e não foge à essa regra o Neto do Brasil, Luiz Cláudio Lula da Silva (foto), o filho mais novo de Lula. Suas estrepolías precoces foram notícia em 2004, quando tinha ainda 19 anos. Programou um tour por Brasília levando em avião da FAB 14 colegas para passarem as férias escolares hospedados no Palácio d a Alvorada, com direito a churrascos na granja do Torto, café da manhã, almoço e jantar, passeio de lancha no lago Paranoá e até um encontro com Pelé, tudo pago pelo contribuinte.

Nesses dias ele voltou a aprontar, sendo protagonista de um episódio deprimente, ocorrido durante uma apresentação do Cirque du Soleil. O fato foi relatado por um dos organizadores.

Lulinha estando no Ciruqe , começou a gritar, com o coordenador do espetáculo: “Você sabe com quem está falando?”
Não satisfeito continuou com as ameaças “Quem manda nesse país é o meu pai, eu sento onde eu quiser e mando minha turma bater em você, porque descubro onde você mora”, “Você sabe com quem está falando? Também, posso fazer você perder seu emprego.” Tudo aos berros intercalados por palavrões. Ele havia tomado o assento de três senhoras que haviam pagado seus ingressos, e não queria sair do lugar delas de jeito nenhum. Ele estava acompanhado de duas garotas.

O coordenador chamou o segurança e o fez sair. O cafajeste estava bêbado e se recusava a tomar o assento que ele havia comprado, queria aquele lugar porque ele era o filho do Lula.

Pois bem, ele pediu para chamar o presidente do Cirque du Soleil. O canadense veio atendê-lo; ai… ele dizia ao coordenador:”Duvido que você conte a ele, que mandou o segurança retirar o filho do presidente do Brasil, que manda em tudo”…
O diretor canadense, disse: “Aqui mando eu, e meu funcionário obedeceu rigorosamente as leis que regem o Cirque du Soleil, portanto, você se dirija ao seu lugar ou retire-se”

Ele se retirou, e tornou a voltar porque as moças estavam chorando e queriam ver o Show.

Muitos da platéia diziam: Ele é igual ao pai, vejam como está bêbado. Palhaço!!!

É assim que os “silvas” pensam, que o Brasil é deles, essa vergonha de um bêbado vem provar que o DNA existe.
(*) Fonte: Gabriela/Arthur no blog de Franklin Jorge e outros.

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Polícia Federal prende secretário de Blairo Maggi

DEU NO PNBONLINE

A Polícia Federal prendeu na tarde de ontem (02), no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, o secretário Estadual Adjunto de Bem Estar Social, José Rodrigues, por porte ilegal de arma de fogo.

Ele foi preso tentando embarcar para Brasília levando um revólver, calibre 357 e 09 munições. A arma é de calibre de uso restrito das forças armadas.
O aparelho detector de metais do aeroporto apontou a presença da arma na esteira de raio-x, dentro de uma mala de mão.

A polícia ainda investiga a origem da arma. O preso não se manisfestou sobre onde a obteve.

Ele foi indiciado nos termos do artigo 16 da Lei nº 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento.

A pena para o crime é de reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa. Ainda segundo o próprio estatuto, o crime é inscuscetível de liberdade provisória.
Após o flagrante, foi encaminhado ao 1º Batalhão de Bombeiros Militar.

José Rodrigues é um dos principais assessores da primeira-dama do Estado, Terezinha Maggi, titular da Setecs. A assessoria da pasta ainda não se manifestou sobre a prisão do servidor público.
(Assessoria PF/Redação PnB)

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